Subsidiária da Vale foi multada por má conduta ambiental no Brasil

O terminal de Vail na Ilha da Madeira tem capacidade de embarque de 25.000 toneladas de minério de ferro. Crédito: Bishnu Sarangi da Pixar.

A cidade brasileira de Itaguas multou a subsidiária portuária da Minorvale em $ 430.348 (Rs. 2,3 milhões) por não cumprir as leis ambientais.

A multa foi aplicada após inspeção no terminal de minério de ferro e agregados sólidos operado pela subsidiária da Vail, Campanhia Portugia Bana de Cepediba (CPBS).

Localizado na Ilha da Madeira, no Rio de Janeiro, o terminal tem capacidade de carregamento de 25.000 tph de minério de ferro. Produz minério por trem de Minas Gerais.

O relatório do estudo identificou 17 abusos, incluindo uma licença de operação expirada.

No entanto, o relatório foi citado pela Vale Reuters dizendo que o terminal CBPS tinha uma licença de operação válida emitida pela agência ambiental estadual Enia.

A agência de notícias informou que Inia confirmou a validade da licença estadual do terminal e sua renovação.

Na semana passada, a Vale recebeu autorização da Agência Estadual de Meio Ambiente do Rio de Janeiro para reabrir o terminal de minério de ferro em Mangaradipa.

Este terminal está temporariamente fechado por falta de permissão de operação.

A ATP, uma associação que representa os operadores portuários privados, acusou as autoridades de decisões ‘arbitrárias’ de fechar, fechar e impor multas aos terminais de cerca em Itaguá e Mankaratiba, informou a agência de notícias.

No início deste mês, a Vale entregou sua participação na Nova Caledônia (VNC) para o consórcio Broni Resources New Caledonia, que opera a mina de níquel Coro e uma planta de processamento na Nova Caledônia.

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