Produção de automóveis está diminuindo no Brasil e no México devido à escassez de chips

Carros são vistos em engarrafamentos no horário do rush matinal durante o período de isolamento social em Brasília, surto de doença do vírus corona (Govit-19), Brasil 16 de abril de 2020. REUTERS / Ueslei Marcelino

CIDADE DO MÉXICO / São Paulo, 6 de outubro (Reuters) – A produção de automóveis no Brasil e no México, as duas maiores economias da América Latina, despencou em setembro, devido à escassez de chips semicondutores em escala industrial e bloqueios ferroviários no México.

A produção da montadora brasileira caiu 21,3% para 173.287 unidades em setembro ante o mesmo mês de 2020, e a indústria está ansiosa para reiniciar a produção após a paralisação induzida pelo vírus corona, de acordo com a Associação Brasileira dos Fabricantes de Veículos Automotores Anfave.

No México, a produção de automóveis caiu 33,30% para 208.092 veículos a partir de setembro de 2020, enquanto as exportações de automóveis caíram 24,18% para 195.294 unidades, de acordo com dados da agência nacional de estatísticas INEGI.

“Tudo isso se deve à escassez de semicondutores, que afeta a produtividade de todos os níveis de participantes do mercado nacional”, disse Fausto Cuevas, presidente da Associação da Indústria Automotiva Mexicana (AMIA).

A escassez de um chip semicondutor está causando grandes cortes na produção de veículos em todo o mundo e funcionários da indústria automobilística alertaram que o problema está piorando. consulte Mais informação

Na esteira da recente queda na escassez de chips, a montadora japonesa Nissan (7201.T) disse à Reuters que planeja suspender duas fábricas mexicanas por dois dias em outubro devido aos ajustes necessários para administrar a situação. consulte Mais informação

Cuevas, da AMIA, prevê que as exportações mexicanas de automóveis cairão 3,8% e 4,2% este ano a partir de 2020, e que a produção cairá 4,7% a 5%, e que a indústria automobilística mexicana só retornará aos níveis pré-epidêmicos em 2024.

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Um executivo sênior da Associação de Distribuidores de Automóveis do México (AMDA) disse que os analistas preveem que a oferta e a demanda por chips semicondutores estarão equilibradas no segundo trimestre de 2022.

De acordo com a análise da base Grubo Financiero, as adversidades das montadoras mexicanas duraram até 5 de outubro, quando houve 86 dias de bloqueios ferroviários no estado de Mikokan, no oeste do país.

As montadoras no Brasil reduziram as vendas, produção e previsões de exportação neste ano, citando a escassez de peças e uma lenta recuperação econômica.

A Anfavia, que representa montadoras globais no Brasil como General Motors (GMN), Volkswagen e Fiat (STLA.MI), agora espera que as vendas de automóveis novos no Brasil caiam 1% ou mais de 3% este ano. Em julho, a associação previa um crescimento de vendas de 13% a partir de 2020.

As vendas de veículos no Brasil caíram 10,2%, para 155.075 unidades de agosto a setembro, segundo a Anfave. No entanto, a produção de automóveis no Brasil cresceu 5,6% de agosto a setembro.

Reportagem de Alberto Allergy Jr. em São Paulo, Shar அங்கு Angulo e Anthony Esposito na Cidade do México e Ricardo Fikurova em Santiago; Edição de Andrew Heavens, Chris Reese e Hugh Lawson

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