Presidente da Justiça Eleitoral diz que exoneração de Dilma foi conspiração – Mercopress

Presidente da Justiça Eleitoral diz que demissão de Dilma foi conspiração

Sábado, 5 de fevereiro de 2022 – 04:52 UTC


Barroso disse que a acusação de que Dilma Rousseff foi acusada de corrupção é contraditória em relação ao que aconteceu em outros presidentes.

O magistrado brasileiro Luiz Roberto Barroso, que também é membro do Superior Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (DSE), disse que a destituição da ex-presidente Dilma Rousseff foi um golpe.

Segundo Barroso, Dilma foi demitida por falta de apoio político entre os parlamentares.

Dilma foi chefe de Estado entre 2011 e 2016 e foi destituída em 31 de agosto após seis dias de debate no Senado.

Na quinta-feira, Barroso disse que a verdadeira razão por trás da demissão de Dilma foi a infidelidade política, não uma violação das regras orçamentárias por ativistas de direita.

Burroughs insistiu que a suposta corrupção não era real e que as alegações nada mais eram do que uma formalidade legal baseada em conspiração. Depois que Dilma Rousseff deu os polegares para cima, seu sucessor – Michael Demer – promoveu uma agenda neoliberal e sua presidência se envolveu em casos reais de corrupção.

A declaração do juiz foi publicada pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais (SEBI), enquanto fragmentos de sua fala foram impressos pela mídia local. No entanto, o texto completo não veio à tona.

O magistrado disse que as denúncias de corrupção de Dilma são contraditórias, se comparadas ao que aconteceu durante as de outros presidentes.

De acordo com a mídia brasileira, ocorreu um golpe parlamentar, o que posteriormente foi verificado pelas ações do TSF ou suas deficiências.

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Em julho de 2021, Barroso disse já acreditar que “ele (Dilma) não foi demitido por responsabilidade ou corrupção, mas não pode haver dúvida razoável de que foi demitido por perder apoio político”. Removê-lo, especialmente por corrupção, seria uma caricatura da história.

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