No Brasil, alta dos preços dos alimentos é imprescindível

São Paulo – A inflação é alta na maior economia da América Latina, mas é ainda pior para os alimentos e se tornou um desafio diário para os mais vulneráveis.

Muitos mudaram sua dieta para lidar com os preços altos.

Em agosto, o índice de preços ao consumidor subiu 9,68% nos últimos 12 meses, enquanto os preços dos alimentos subiram quase 14%, mostram dados do governo.

Johnson Sambayo, professor de economia da Fundação Cadulio Vargas, disse: “A inflação dos alimentos está pressionando o orçamento familiar a partir de 2020.

Desde abril, os números da Fundação mostram que 27,7 milhões de pessoas no Brasil – 13% da população – vivem abaixo da linha da pobreza. No Brasil, é fixado em 261 bobinas ou US $ 49 por mês.

A proporção de pobres aumentou de 11% em 2019.

O preço da carne vermelha é três vezes maior do que a taxa de inflação geral.

Isso significa que apesar do Brasil ter mais gado do que qualquer outro país do mundo e ser o principal exportador de carne bovina, muita gente parou de comprar.

De acordo com pesquisa recente do Datafolha, 85% dos brasileiros reduziram o consumo de algum tipo de carne neste ano e 67% comeram menos carne vermelha.

Cerca de 35 por cento comeram menos arroz e feijão, que são um alimento básico da dieta brasileira.

Os partidos de oposição culparam o presidente de direita Jair Bolzano pela alta taxa de inflação e fizeram uma brincadeira com seu nome, argumentando que o custo de vida sob ele disparou.

O governo afirma que a inflação é resultado do aumento dos preços internacionais dos alimentos.

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