Lucro líquido do 2º trimestre da Cielo do Brasil sobe, superando as previsões

O logotipo da empresa Cielo é exibido em uma tela no piso da Bolsa de Valores B3 do Brasil em São Paulo, Brasil, 25 de julho de 2019. REUTERS/Amanda Perobelli

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SÃO PAULO, 2 de agosto (Reuters) – A processadora de pagamentos brasileira Cielo SA (CIEL3.SA) disse nesta terça-feira que seu lucro líquido do segundo trimestre mais do que triplicou, superando as previsões de analistas, ajudado pelos rendimentos da venda de uma subsidiária.

A empresa, controlada pelos credores Bradesco (BBDC4.SA) e Banco do Brasil (BBAS3.SA), teve lucro líquido de 635,3 milhões de reais (US$ 120,38 milhões), bem acima dos 285,9 milhões de reais esperados por analistas em uma previsão compilada pela Refinitiv.

O lucro da Cielo foi impulsionado pela venda de sua participação na empresa norte-americana Merchant e-Solutions Inc, que foi concluída em abril e adicionou R$ 282 milhões ao seu resultado.

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O volume total de pagamentos processados ​​pela empresa foi de 221 bilhões de reais, cerca de um terço a mais que no ano passado.

A receita operacional líquida, por sua vez, caiu 9,7%, para 2,54 bilhões de reais, refletindo a perda de receita com a venda de e-Solutions. Excluindo a antiga subsidiária, a receita cresceu 33,7%.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) do trimestre foi de R$ 1,18 bilhão, mais que o dobro do mesmo período do ano anterior.

(Esta história corrige o título e o primeiro parágrafo para dizer que o lucro líquido mais que triplicou, não dobrou)

Reportagem de Carolina Pulice e Peter Frontini; Edição por Christian Plumb

Nossos padrões: Os Princípios de Confiança da Thomson Reuters.

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