Liderança de Lula diminui na corrida eleitoral no Brasil -pesquisa MDA

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pré-candidato à presidência da República cumprimenta apoiadores durante ato Lula abraca Minas em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, 9 de maio de 2022. REUTERS/Washington Alves

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BRASÍLIA, 10 Mai (Reuters) – O ex-presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva mantém uma vantagem de 14 pontos percentuais sobre o atual presidente de extrema-direita Jair Bolsonaro se uma eleição de outubro for para um segundo turno entre eles, como esperado, uma nova pesquisa de opinião mostrou na terça-feira.

Bolsonaro ganhou terreno, no entanto, com a aprovação de seu governo subindo mais de 4 pontos percentuais para cerca de 30%, segundo levantamento do instituto de pesquisas MDA, encomendado pelo grupo da indústria de transportes CNT.

O resultado apoiou uma tendência recente em várias pesquisas que mostram que a posição de Bolsonaro aumentou entre os eleitores à medida que seu governo aumenta os gastos com programas sociais e o presidente percorreu o país antes da temporada formal de campanha.

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No primeiro turno simulado inicial de votação com outros candidatos, Lula obteve 40,6% de apoio dos eleitores contra 32% de Bolsonaro, ante pesquisa da CNT/MDA em fevereiro, quando Lula teve 42,2% contra 28% de Bolsonaro.

Lula venceria o segundo turno contra Bolsonaro hoje por 50,8% dos votos contra 36,8%, uma vantagem menor do que em fevereiro, quando Lula levou Bolsonaro a 53,2% a 35,3% – uma diferença de quase 18 pontos percentuais.

“A pesquisa indica uma melhora para Bolsonaro, tanto com o aumento da avaliação positiva de seu governo quanto de seu desempenho pessoal” como presidente”, disse o MDA.

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Bolsonaro sugeriu repetidamente que o sistema de votação eletrônica do Brasil é vulnerável a fraudes sem fornecer evidências, causando uma crise com as autoridades eleitorais e levantando temores de que ele não aceite uma derrota em outubro.

A pesquisa CNT/MDA constatou que 68% dos eleitores confiam nas urnas eletrônicas do Brasil.

A pesquisa do MDA entrevistou 2.002 eleitores entre 4 e 7 de maio e tem uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais em qualquer direção.

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Reportagem de Anthony Boadle Edição de Mark Heinrich

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