Brasil sela estrutura regulatória do ar marítimo

Brasil sela estrutura regulatória do ar marítimo

BNamericas, porta-voz do Ministério de Minas e Energia (MME), disse que estava trabalhando com funcionários do governo central brasileiro e associações locais para liberar o marco regulatório para geração de energia eólica costeira até o final deste ano.

O regulamento estabelecerá procedimentos e diretrizes para a alocação de bens públicos ao longo da costa.

É intenção do Governo que os interessados ​​em estudar e explorar zonas costeiras possam obter a acreditação.

“A perspectiva é que já seja possível conseguir os primeiros empregos em 2022”, disse o porta-voz.

De acordo com estudos realizados pela empresa federal de pesquisa de energia EPE, o Brasil possui 697 GW de energia eólica marítima em águas até a profundidade de 50m, dos quais 276GW são 421GW em profundidades entre 20m e 50m, independentemente de outros critérios como comunidade. – Fatores Ambientais.

“Os investidores têm grandes expectativas de lançar atividades para modernizar os parques eólicos costeiros, o que incluirá mais estudos de viabilidade e avaliações ambientais”, disse o porta-voz.

Segundo dados obtidos pelo BNamericas por meio dos Sistemas de Informações Públicas, o Controlador Ambiental Ibama está em processo de licenciamento de 23 projetos de energia eólica marítima, incluindo 3.486 turbinas com capacidade instalada de 46,6 GW.

Desde julho, quando o BNamericas descreveu os projetos, três esforços adicionais foram submetidos ao órgão regulador: Bravo Vento, em João Amílcar Roehrs, no Rio Grande do Sul, com capacidade instalada de 1.155 MW; Ventos do Açu (Prumo Logística, 2.160 MW no Porto do Açu, Rio de Janeiro) e Votu Winds (Votu Winds, 1.440 MW no Espírito Santo).

A Bi Energia é uma das empresas com projetos licenciados com capacidade total de cerca de R $ 30 bilhões (US $ 5,4 bilhões). A Pedra Grande (624MW), no Rio Grande do Norte, é composta por 52 aerogeradores com altura de 150m e pás de 110m; Caucaia (576MW) no Ceará, a 4km da praia com torres de 150m e pás de 110m; E Camocim, no Ceará (1.200 MW), com torres de 150m de altura e pás de 110m de comprimento.

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Lucas Tandas, engenheiro mecânico da Bi Energia, disse que a BNamericas espera receber as licenças e iniciar a instalação do Caucaia em 2023.

“O Brasil deve adotar um marco regulatório que permita à iniciativa privada desenvolver projetos. É preciso dar todo suporte para que essa nova fonte de energia se posicione de forma competitiva, pois não é estratégico deixar de investir em uma fonte de energia de alta capacidade no país, ” ele disse.

A Equinor da Noruega apresentou um pedido para avaliar a viabilidade de desenvolvimento de projetos eólicos no exterior nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo: projetos Aracato I e Aracato II, capacidade total de 4 GW.

Se bem-sucedidas, as 320 turbinas do parque eólico offshore padrão ficarão a 20 km do mar, com profundidades de 15 a 35 m, cada uma com capacidade de 12 MW. Aracato I, no litoral do Rio de Janeiro, fornecerá energia via cabo para uma subestação no município de Campos do Coitagas, no norte do estado, e fornecerá energia para Idabemirim, em Aracato II Esprito Santo.

“Um passo importante no desenvolvimento da indústria eólica costeira no país é garantir que os investidores tenham maior clareza sobre como os ventos costeiros podem se tornar um recurso competitivo, em termos de arcabouço legal e regulatório”, disse o porta-voz da empresa à BNamericas.

Abiolica, presidente da associação local de energia eólica, Elpia Connom, disse que o Brasil ainda precisa superar os obstáculos logísticos para viabilizar o desenvolvimento do mercado de aves marinhas.

“Precisamos identificar a logística de como fabricar e transportar a infraestrutura e os equipamentos do canteiro, que é enorme, por isso costuma ser feito em instalações portuárias industriais. Tem também a questão da transmissão de energia, que é um grande desafio”, afirmou. disse ao BNamericas.

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A Abeeólica está neste momento a trabalhar para identificar a cadeia de valor da indústria e marcar o momento certo para realizar o primeiro concurso de água do mar.

“Pessoalmente, acho que será muito mais difícil no próximo ano porque temos que ter mais licenças ambientais e otimizar a logística e a infraestrutura de transferência”, disse Gannom.

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